Ouvindo em casa

O Dr. Tedd Tripp é escritor, conferencista e presbítero na Grace Fellowship Church em Hazelton, Pennsylvania. Ele é autor de Pastoreando o Coração da Criança, e coautor com sua esposa Margy de Instruindo o Coração da Criança.

Quão bem você se comunica? A maioria de nós dará uma resposta tendo em vista nossa habilidade de apresentar nossos pensamentos e ideias de uma forma convincente. No entanto, gostaria de sugerir que a mais fina arte da comunicação em nossa vida familiar não é o expressar de nossas ideias. É entender os pensamentos e as ideias de outras pessoas na família.

Este é um tema recorrente no livro de Provérbios. “O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior”. (Provérbios 18:2). A preocupação de um tolo em uma conversa é colocar para fora o que está dentro dele. Mesmo quando não está falando, ele não está realmente ouvindo. Ele está formulando o que dirá em seguida. Seu próximo voleio na conversação não é devolver a bola que você passou, mas passar uma nova bola.

Todos nós já fomos tolos em nossas conversas. Anos atrás, tive uma conversa com meu filho antes de dormir. Eu tinha que dizer algo. Ele logo percebeu que teria que ouvir. No final do meu monólogo, eu disse: “Bom, fico feliz que tivemos essa oportunidade de conversar. Eu vou orar e depois você pode dormir”. Depois de alguns minutos, ele bateu na porta do meu quarto: “Pai, você disse que ficou feliz que nós tivemos uma boa conversa. Eu só quero ressaltar que eu não disse nada”. Eu fui um tolo naquela noite. Eu poderia ter tido uma verdadeira conversa. Poderia ter feito boas perguntas. Tudo o que queria dizer poderia ter sido dito em um contexto de fazer meu filho falar abertamente. Ao invés disso, não encontrei prazer algum em compreendê-lo; eu estava interessado apenas em expressar a minha opinião.

Um próximo versículo em Provérbios 18 observa, “Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha” (versículo 13). O tolo responde sem ouvir verdadeiramente, sem levar em consideração ou pensar com atenção. Ter pressa em falar é vergonhoso. Quando não ouvimos, demonstramos uma consideração mínima pelas palavras das pessoas e uma consideração máxima pelas nossas.

Os pais geralmente respondem antes de ouvir. Sua filha começa a lhe fazer uma pergunta, mas você a interrompe:

“Eu sei o que você vai perguntar. A resposta é ‘não'”.

“Mas, pai,” ela responde.

“Qual parte do ‘não’ você não entendeu?”.

“Mas, pai, eu nem fiz minha pergunta”.

“Você não precisa fazer sua pergunta. Sou seu pai, eu sei o que você vai dizer antes de falar”.

Minha filha nunca sai de um diálogo desses agradecida por ter um pai que pode ler mentes. Ela se sente irritada. Ela se sente impotente diante do meu capricho. Talvez eu tenha até quebrado o princípio de Efésios 6:4: “Pais, não provoqueis vossos filhos à ira”.

Observe a virtude de ouvir citada em Provérbios 20:5: “Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem, mas o homem de inteligência sabe descobri-los”. Os objetivos e as motivações do coração humano não são descobertos com facilidade. A paciência, competência e habilidade de uma pessoa compreensiva são necessárias para trazer à tona essas águas profundas.

Várias nuances da importância de ouvir são refletidas nesses versículos. Provérbios 18:2 coloca a prioridade sobre onde encontramos prazer em nossas conversas. O sábio se deleita em compreender a pessoa com a qual está falando. Provérbios 18:13 enfatiza que devemos desacelerar para que possamos responder tendo plena compreensão do que está sendo dito. Provérbios 20:5 focaliza a escuta ativa. Ouça o que está sendo dito e o que não está sendo dito e faça perguntas que trazem à tona as águas profundas de dentro do coração.

A vida familiar floresce com a escuta atenciosa. Demonstramos respeito pelos outros quando os escutamos. Quando ouvimos, afirmamos: “Eu valorizo você e o que você está dizendo; valorizo tanto que farei o que puder para facilitar a sua comunicação. Acredito que o tempo que dedico a ouvir é um bom investimento. Ouvirei e encontrarei alegria em compreender o significado e a intenção de suas palavras”.

A escuta ativa fortalece os relacionamentos. Esposas, filhos e maridos desejam ser compreendidos. O que mais, além de ouvir, poderia expressar melhor o desejo de ter relacionamentos significativos? O que poderia comunicar melhor o desejo de conhecer e compreender alguém? Quando você ouve os outros, a sua influência em suas vidas aumenta. As relações são fortalecidas.

O ouvir estreita os laços de lealdade e de compromisso com o outro. As pessoas têm o desejo de serem compreendidas, de sentir que suas palavras são importantes e que as suas ideias são ouvidas com atenção.

O ouvir com atenção é importante para a vida familiar. Sua família é a comunidade social mais fundamental para o seu filho. A vida familiar florescerá em lares onde as pessoas não somente falam, mas também ouvem. O que constrói a união no casamento e a lealdade dos filhos? Um marido que escuta, que se deleita na compreensão, constrói um casamento. Uma esposa que ouve, e pode até mesmo reformular as palavras do marido em suas próprias palavras, constrói um casamento. Os casais que são hábeis em fazer perguntas que trazem à tona as águas profundas do coração edificam um casamento. Será que o seu cônjuge sente que as palavras dele são valorizadas, que você se deleita na compreensão, e tenta entender e pensar sobre as questões com clareza? Será que o seu cônjuge se sente seguro de que as palavras dele não serão distorcidas de acordo com a sua conveniência? Cônjuges que ouvem dão exemplo de habilidades de comunicação eficaz e de relacionamentos bíblicos às crianças que os observam.

Queremos que nossos filhos sejam bons ouvintes. Queremos que valorizem as nossas palavras, então modelamos o tipo de habilidade de escuta que queremos incutir para os nossos filhos. As palavras de Salomão para seu filho não poderiam ser mais claras:

“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida” (Provérbios 6:20-23).

Ouvir com atenção oferece aos filhos grandes tesouros: orientação, proteção e instrução. Luz e vida são encontradas ao ouvir a mamãe e o papai.

O que nos impede de sermos ouvintes atenciosos? Há uma resposta simples e uma resposta profunda. A resposta simples é que ouvir custa caro. Exige mudar o ritmo no qual vivemos as nossas vidas. Isso leva tempo. Lembro-me de uma noite de conversa com um hóspede que ficou em casa por muito tempo. Eu fiz uma pergunta e me sentei, enquanto ele ponderava a resposta por 45 minutos. Isso pode ser um exemplo extremo, mas a conversa é muitas vezes marcada por longas pausas de meditação, reflexão, organização de pensamentos e ideias. Com frequência, uma conversa profunda com um bom ouvinte será a bigorna na qual serão martelados os pensamentos complexos e os sentimentos profundos.

A resposta mais profunda para a pergunta tem a ver com a nossa humanidade. Somos membros de uma raça caída. Somos orgulhosos, e as pessoas orgulhosas não ouvem bem. Somos um povo medroso, e o medo nos impede de confiarmos uns nos outros. Consideramo-nos maiores do que deveríamos. Temos o coração endurecido pelo engano do pecado. Temos uma compulsão egoísta de servirmos a nós mesmos, e muitas vezes estamos demasiadamente cheios de nós mesmos para ouvirmos aos outros com uma atitude humilde.

Esses não são somente problemas de comunicação, mas são problemas espirituais. Nosso orgulho, medo e egoísmo trabalham contra a humildade definida em Tiago 1: “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus”. (vv. 19-20). É necessária uma renovação interna radical se quisermos ser prontos para ouvir e tardios para falar.

Felizmente, não fomos abandonados aos nossos recursos e esforços no aperfeiçoamento próprio. Cristo veio ao nosso mundo. Pense em como a encarnação fala às nossas necessidades de comunicação. Ele valorizou tanto a compreensão e a identificação conosco que se fez carne. Jesus não ficou lá nos céus assistindo nossas lutas. Ele veio até nós. Ele assumiu um corpo como o nosso. Ele teve uma psicologia humana. Ele experimentou tudo o que experimentamos, sem nunca pecar. Ele viveu em nosso mundo. Ele é capaz de ver o mundo através de nossos olhos. Hebreus 2 nos lembra de que ele tinha que ser feito semelhante a seus irmãos em todos os sentidos, tinha que se identificar completamente conosco para que pudesse nos redimir. Isso significa que ele conhece as nossas dificuldades em ouvir. Ele também foi tentado a falar quando deveria ter ouvido. Isaías 53:7 diz que, como um sacrifício em nosso favor, ele nem sequer abriu a sua boca. Nosso Salvador enfrentou esse desafio antes de nós. E triunfou. Ele acertou.

A chave para nós é que Jesus Cristo vivenciou as mesmas dificuldades de ouvir que nós enfrentamos. “Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados”. (Hebreus 2:18). Isso significa que eu posso me achegar a um Salvador disposto, capaz e poderoso, em meus tempos de dificuldade. A sua experiência de vida no meu mundo – como aquele que permanece plenamente homem e plenamente Deus – permite que ele me ajude a enfrentar a tentação de falar, quando eu deveria ouvir.

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Conversando com as paredes.O que levar em conta ao planejar a decoração

A decoração das paredes e espaços da EBI – Escola Bíblica Infantil, além de produzir um efeito visual agradável, revela de forma evidente o tipo de trabalho educacional de qualidade que ali se realiza.

Algumas idéias sobre como obter esse efeito: Simples, basta evitar duas situações, infelizmente, muito comuns: colocar a “marca do adulto” em toda parte, em vez de ressaltar as produções das crianças; e manter o espaço pobre visualmente.

DEIXE A “MARCA DA CRIANÇA” APARECER MAIS E MANTENHA A DOS ADULTOS EM SEGUNDO PLANO.

O excesso de figuras, personagens, desenhos confeccionados por adultos demonstra que naquele espaço a expressão da criança não está sendo devidamente valorizada. É natural e saudável que queiramos decorar a nossa sala da forma mais bonita possível. Também é gostoso confeccionar cartazes e cenários que vão agradar às crianças. O problema acontece quando a nossa intervenção é a mais importante e os desenhos, as pinturas e outras produções das crianças ficam em segundo plano. Paredes onde apenas os trabalhos dos adultos são exibidos estão dizendo à criança: “Você é ainda muito pequena para produzir alguma coisa que valha a pena ser mostrada”.

Diante de materiais como pinturas, desenhos, colagens, modelagens, murais e outros elementos que ficam expostos no ambiente da EBI, procura-se observar o seguinte:

– Quem participou mais da confecção, o/a educador / a ou as crianças?

– Em que medida essas produções contam o que tem sido realizado com o grupo de crianças?

– Estão em que altura?às vezes, ficam tão altos que as crianças não conseguem vê-los. (alguém pode dizer: se colocarmos embaixo, as crianças vão mexer e estragar! Mas faz parte do trabalho do educador cristão ensiná-las aos poucos a preservar o que está disposto na sala de aula).

É também papel da EBI, estimular a criatividade das crianças, a decoração deve contar sempre com a participação efetiva das crianças, mesmo das muito pequenas.

INVISTA NA CRIAÇÃO DE UM ESPAÇO VISUALMENTE RICO

– Outra situação que ocorre com frequência é encontrar um espaço seminu, com um cartaz com um aviso ali, um desenho confeccionado pelo educador do outro lado, e pronto. As paredes estão nos dizendo: “Aqui as pessoas estão trabalhando desmotivadas; não sabem muito bem o que propor às crianças”. Nesses ambientes predomina uma certa tristeza. Muitas vezes os adultos nem tempo para pensar em organizar o espaço que têm, pois ficam o tempo todo correndo de um lado para o outro, “cuidando das crianças”.

REFERÊNCIA: Coleção Trocando em Miúdos  as diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Vol. 4 – p. 16-18

ADAPTAÇÕES: Taty Amaral

Conhecendo as crianças de 5 e 6 anos

 
Pintura de Donald Zolan.

As crianças de 5 e 6 anos já tem domínio oral. Elas conseguem descrever acontecimentos de forma encadeada, narrando suas experiências com começo, meio e fim. Elas podem trocar a letra R pelo L ou D pelo T ou vice-versa. Essa dificuldade pode interferir no processo de socialização,uma vez que as crianças logo identificavam as diferenças nos colegas e podem, por isso, fazer comentários maldosos ou deixá-las de lado.

Esta é a fase em que a criança mais pergunta. Está sempre querendo saber o porque de tudo. E às vezes, nem espera uma resposta!

A criança é por natureza curiosa. Procure explorar a curiosidade de modo positivo. Utilize materiais didáticos variados.

Nesta fase, elas conseguem prestar atenção de 10 a 15 minutos durante o ensino da lição bíblica. Ainda não possuem visão panorâmica, por isso, a tendência é fixar-se num pormenor que a impressionou. Também não sabem correlacionar e prendem-se a detalhes que mais lhes chamem atenção através das cores.

A criança é um ser essencialmente ativo, sempre alerta e em movimento, por isso gasta muito mais calorias do que um adulto. Obrigá-la a ficar imóvel e sem falar durante mais de dez ou quinze minutos, é tão fatigante como obrigá-la a andar num pé só durante esse tempo.

Uma criança excessivamente calma ou pouco ativa deve gerar preocupações. Então procure planejar atividades bem dinâmicas.

A fala da criança traduz o seu modo próprio de pensar e não pode ser confundida com um falar aleatório.

Ao contrário, cabe ao professor ajudá-la a explicar, para si e para os demais, as relações e associações contidas em suas falas, valorizando a intenção comunicativa para dar continuidade aos diálogos. Para isso, é importante que se crie um clima de confiança, respeito e afeto, em que as crianças experimentem o prazer e a necessidade de se comunicar.

REFERÊNCIA: REVISTA CPAD – EBD – MESTRE – 1/2 – JARDIM DE INFÂNCIA – 5 e 6 ANOS

Recursos didáticos e Visuais

1- A COMUNICAÇÃO VISUAL NO ENSINO.

Os recursos didáticos são auxílios que o professor utiliza para trazer mais clareza e compreensão ao ensino, tornando-o eficiente, prazeroso e duradouro.

Um bom material didático por si só não garantirá o sucesso no ensino, mas a dedicação do professor sim.

Mantenha-se atualizado quanto ao processo de ensino-aprendizagem, torne sua aula interativa e interessante, procure sempre fazer o melhor para o Senhor.

“Aquele que ensina esmere-se no fazê-lo” Rm 12:7

É importante lembrar que numa aula bíblica o primordial não são os recursos visuais, mas a mensagem a ser transmitida, ou seja, o conteúdo

Portanto é necessário que o professor:
 
· Tenha Jesus como Salvador de sua vida.

· Tenha amor e interesse pela criança.

· Pratique o que ensina.

· Seja organizado.

· Dependa totalmente do Espírito Santo para viver e para preparar sua aula.


O VALOR DO RECURSO VISUAL.

 Desperta a atenção

 Mantém o interesse, esclarece a mensagem

 Fixa o ensino

 Estimula a imaginação

 Dá informações,

 Torna idéias mais concretas.

Foi provado, psicologicamente, que nos lembramos de:

· 10% do que ouvimos

· 50% do que ouvimos e vemos

· 80% do que ouvimos, vemos e dizemos

· 90% do que ouvimos, vemos e fazemos.

FINALIDADES PRÁTICAS DO USO DE VISUAIS.

Ensinar versículos.
Apresentar a lição Bíblica
Ensinar cânticos
Em períodos especiais
Oferta
Missões 

 O MATERIAL:

FIGURAS:

Faça um arquivo de figuras. (revistas, catálogos, calendários)

Separe por assuntos, poderá ser usado para ilustrar cânticos, versículos, lições bíblicas, jogos e brincadeiras de revisão.

CARTAZES:

Usar papel de cores alegres evite cores escuras. Se usar papel escuro procure fazer as letras e os detalhes com cor clara.

Conserve as margens direita, esquerda, inferior e superior.

Use letras grandes, pedagógicas e poucas palavras.

MURAIS:

Didáticos ou de incentivo que ilustram resultados.

Expositivos para os trabalhos manuais.

Informativos para avisos, horários, passeios.

FANTOCHES:

De mão, de dedo, de saco de papel, de sucata.

Servem para contar histórias, dar avisos, chamar atenção, fazer revisão.

BLOCOS:

Podem ser de madeira, espuma, borracha, caixas vazias de remédios de leite, etc.

Servem para construção de jogos, contar histórias, fazer personagens.

TEATRO DE SOMBRAS:

Uma caixa de papelão vazada, ou um palquinho de fantoches, o espaço vazado é forrado com papel vegetal, dentro da caixa uma lanterna forte focalizada no papel vegetal, as figuras são silhuetas coladas em varetas.

TABULEIRO DE AREIA:

Pode ser feito em tabuleiro de um grande bolo,caixa de papelão, gaveta velha ou numa mesa.

Monta-se todo o cenário da história, montes, lagos (vasilha com água), árvores e plantas de verdade.

SUCATAS:

Use e abuse desse recurso, caixa de remédio,de leite,de sabão em pó, frascos plásticos,tampinhas, tudo se transforma em cenários, personagens, casas, templos, jogos, fantoches e uma infinidade de recursos.

DOBRADURAS:

O professor vai desenvolvendo a história a medida em que vai fazendo a dobradura, no final cada aluno faz a sua. Se forem muito pequenos podem ganhar uma dobradura pronta ao final da historia.

OBJETOS:

Uma caixa de presente simboliza Jesus, nosso maior presente.

Sapatos ilustram nosso andar com Deus. Uma cadeira com um pano dourado por cima pode ser a introdução a uma história sobre rei. Uma lanterna acesa ensina sobre testemunho ou sobre a Palavra de Deus que é nossa luz.

Apostila elaborada pela Missionária Fabiana L. Pinheiro

Dicas para uma boa aula

“A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada.” É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano.”

Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. ‘Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações’ explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%

Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 – Ed. Sinodal.

– Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).

– Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc… – permitir que participem durante a história.

1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).

2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.

– Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).

2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

– Painel (em grupo)

1. Colagem – com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.

2. Colagem de palavras – depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.

– Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê – inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.

– Envolver a comunidade

1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)

2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.

Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.

Dicas criativas

Fonte: http://escoladominical.net/forum/
Créditos:SandraMac

  • Quando a lição for sobre ovelha, Davi…

Faça máscaras de ovelhinhas na cartolina e coloque um e elástico fininho para prender na cabeça das crianças.

Cubra com algodão ou deixe só o desenho. Leve para a sala de aula uma camisa de um adulto para representar pastor, um cabo de vassoura para servir de cajado. Pronto para representar.

  • Quando a lição for sobre chuva:

Receba as crianças, vestida com capa de chuva e com guarda chuva aberto. Depois explique: “Sabe por que estou vestida assim crianças? A nossa história hoje fala sobre chuva, quem já tomou banho de chuva?”.

  • Você ainda pode utilizar a janela do tempo:

Em meia folha de papel cartão (ou papelão) monte a “janela do tempo”, use papel crepom para cortina. No centro da parte inferior faça um corte para introduzir a figura relacionada ao tempo. Conforme o clima do domingo, você colocará a figura de sol, nuvem, chuva, ensolarado, chuvoso, nublado.

  • Você pode louvar ao Senhor com um cântico ou recitar esses versos, caso não saiba a melodia (esse é o meu caso rs*).

Domingo eu acordei, fazia sol na cidade.
Tomei meu chocolate, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei, chovia na cidade.
A rua estava cheia, era lama de verdade.
Peguei meu guarda chuva, era dia do Senhor.
Fiquei muito contente, vim à igreja com amor.
Domingo eu acordei fazia frio na cidade
A rua estava cheia de agasalho de verdade
Vesti o meu casaco, era dia do Senhor.
Fiquei contente, vim à igreja com amor.

  • Para memorizar o versículo:

Numa folha ou em E.V.A. desenhe um menino ou uma menina só de short. Faça roupinhas com os versículos (cada peça de uma cor para ficar bem alegre), à medida que você for vestido o boneco, vá falando o versículo. Você pode utilizar o mesmo boneco várias vezes, se preferir coloque um nome no boneco.

  • Centro do livro:

Organize esse espaço com estantes pequenas (caso tenha espaço) com livros ilustrados, de preferência para a faixa etária com a qual com você trabalha. Peça ajuda dos pais e da igreja através de uma campanha. Numa mesa pequena e baixa, ou mesmo uma caixa pode servir de mesa. “Prepare uma Bíblia”. Faça referência sempre como: “Livro especial”, “o melhor livro de todos”. Esse cantinho deve ser visitado sempre por causa da Bíblia.

  • Quando a história falar sobre casamento:

Leve enfeites para as crianças: para as meninas um laço (pode ser de papel crepom) e para o meninos gravata borboleta,coloque a gravata e o laço em todas as crianças e diga que hoje vai ter uma festa.

BONECOS

Utilize aqueles bonecos que você tem em casa, como a Barbie ou Max Stel, vista com retalhos de forma a parecerem as roupas da época de Jesus e conte a história utilizando-os como personagens.

CENÁRIOS

Observe os brinquedos e seus filhos, sobrinhos, visinhos. Aquele brinquedo de casinha dá para fazer um cenário (caminha + cadeirinhas + mesinha) e usar em passagens como a de Marta e Maria que davam hospedagem a Jesus.

BICHINHOS

Veja se aquele bicinho de pelúcia serve para a sua história, como os leões onde Daniel foi lançado, os animais da arca entre outros.

PAINEL DE METAL

Se você não tem flanelógrafo, utilize um painel de metal (desses de colocar fotos), coloque as gravuras da história com pequenos imãs (cuidado para não deixar ao alcance dos pequenos).

PAINEL DE PAPEL CARTÃO DURO

Em lojas de artesanato é encontrada folha de papelão super duro e resistente, no formato 1,10 x 80 cm. O preço médio é de apenas R$ 4,50. É uma excelente opção para a criação de murais, painéis, cartazes para a sua sala de aula.

VÍDEO

Capture desenhos animados de história bíblica no site http://br.youtube.com/ e apresente através do computador ou DVD. Escreve “DESENHOS BIBLICOS” no campo de pesquisa. Não acho que seja pirataria gravar esses desenhos, pois se encontram disponível em um site de utilização pública.

Evitem enviar ou divulgar fotos que apareçam o rosto das crianças, pois isso, legalmente, é um direito autoral. Converse com os responsáveis e se julgar necessário faça uma autorização por escrito. Recentemente vi o caso de uma mãe que colocava as fotos da família em seu blog pessoal e acabou encontrando as fotos de suas filhas, que tirou durante as férias e elas estavam de biquini, em um site de pedofilia.

PUBLICAÇÕES

Sempre que enviar algum material que tenha sido impresso, informe o nome da publicação, edição e editora e, se houver, site e telefone. Assim dará a entender que é uma indicação. Evitar enviar o assunto completo, transmita em partes. O mesmo serve para algo que tenha pegado na Internet, informe a página e dê os devidos créditos a quem o fez. Tecnicamente o que está na Internet é domínio público e perde a característica de exclusividade, pois é impossível evitar que se façam cópias.

PAPELARIA

Verifique em escolas públicas/particulares a possibilidade de doarem aqueles pedacinhos de lápis, giz, papel, cola, tinta, etc. Muitos jogam fora quando fazem a limpeza de fim de ano e estamos na época certa para ir atrás. Em gráficas/editoras é possível conseguir a doação de papeis, pois é comum algum impressão sair errado e na maioria dá para utilizar o verso para fazer cartazes e outro. Em algumas fábricas há restos de materiais como couro, tecido, plásticos, etc. Há também algumas papelarias que jogam materiais fora, porque a embalagem estragou, o papel amassou ou sujou, o giz quebrou e eles não conseguem vender.

CAMPANHA

Independente do tamanho da sua igreja, peça autorização aos responsáveis, para fazer uma campanha de arrecadação ou de doações. Peça aos irmãos para fazerem aquela limpeza de fim de ano e verificar se há algum tipo de material de papelaria, livros, CD entre outros que eles não utilizam mais e possam doar. Vale lembrar que muitos já estão começando a comprar os materiais escolares para seus filhos e, de repente, Deus pode tocar no coração e alguém comprar uma caixa de lápis a mais, um pacote pequeno de folhas de sulfite, etc…

Comentei com minhas crianças que estava juntando tampinhas de garrafas para fazer um bonequinho para elas e de repente, há várias pessoas na igreja que estão trazendo tampinhas para mim. Quando pergunto como ela ficou sabendo elas dizem que é porque o filho falou e viu que algumas crianças estavam pegando e ela perguntou para quê?

LIÇÃO SOBRE REIS E RAINHAS

Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:

– Ensinado sobre a rainha Ester, peguei várias bonecas do tipo Barbie – algumas eu comprei, outras pedi emprestado, peguei bonecos do meu filho e transformei todos em personagens da história bíblica: Ester, as outras pretendentes, Mordecai, Hamã e Assuero. Comprei umas roupinhas de bonecas num camelô, especialmente para representar as moças, que deviam estar muito bem vestidas para se apresentar ao rei. E para as outras bonecas, improvisei com retalhos de tecidos. Pintei a carinha dos bonecos, para colocar barba e fazer cara de mau em Hamã com lápis de olho. Fiz uma coroa para Assuero e consegui emprestada uma coroa de boneca.
E para completar, minha irmã comprou numa loja de artesanato, um monte de mini-comidinhas, a coisa mais linda, para fazer o banquete que Ester preparou para o rei. Contei a história com os bonecos e depois, deixei que as crianças brincassem um pouco com eles. Depois, passamos o DVD dos Vegetais que conta a história de Ester, para fixar ainda mais. Demos uma coroa para os meninos, dessa de papelão e para as meninas uma tiara, que custou 0,40 cada, para que elas se tornassem a rainha Ester. Elas ficaram encantadas.

CENÁRIO REAL EM MINIATURA

Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:

Para a história de Débora e Baraque comprei nas lojas de R$1,99 alguns bonequinhos, tipo soldadinhos, custava R$2,99 pacotinho com 6. Fiz roupinhas para eles com retalhos de panos, no estilo da roupa dos israelitas e para os adversários, fiz as armaduras com papel laminado de cozinha, que é mais durinho. Os “carros de ferro” uma professora achou numa loja de festas infantis, era a carruagem da Cinderela. Tiramos a tampa e virou uma espécie de biga romana dos soldados inimigos. Peguei uma tampa de uma caixa de plástico e coloquei terra de jardim. Em outra tampa, de uma caixa de mil utilidades que tenho, coloquei uma peça de isopor, pintada em tom de terra, lá improvisei o monte onde Débora ficava e a palmeira, e também fizemos algo parecido com um curral, para os animais.
Fizemos Débora e Baraque, alguns israelitas e os inimigos, especialmente Sísera. Peguei uma garrafa de plástico dessas de água mineral e fiz uns furinhos. Colei a garrafa atrás de uma nuvem de EVA cinza. Na hora da história, coloquei água ali dentro. Fui contando a história e mexendo com os bonequinhos, as crianças vidradas na história e na hora da chuva, virei a garrafa, e a água saiu pelos furinhos, mas as crianças só viram a nuvem… Elas vibraram!!

LEVE ALIMENTO PARA A SUA SALA DE AULA

Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:

– Na história de Adão e Eva, levei muitas frutas em pedacinhos para eles comerem e fui explicando que Deus tinha criado muitas frutas gostosas, mas só uma é que Ele disse para não tocar… As crianças comeram todas as frutas que levei, houve até disputa no final e depois os pais falaram – mas em casa, minha filha não come nada disso, mas na igreja comeu!

Na história sobre a Páscoa, fizemos uma “ceia” com eles, levamos carne assada desfiada para representar a carne do cordeiro, levamos agrião picado para representar as ervas amargas e pão árabe para representar o pão sem fermento. Com crianças pequenas dá pra fazer assim, com as maiores, é legal comprar o próprio matzá nas lojas judaicas.
Sempre que a aula tem a ver com algo de comer, levamos a “comida” da história para eles comerem.

PRAGAS DO EGITO

Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:

Na história das pragas do Egito, uma professora nossa fez algo muito legal: pegou várias latas de leite em pó vazias e escreveu na tampa de cada uma o número de uma praga e dentro foi colocando algo que simbolizasse a praga. A do sangue, ela colocou tinta vermelha grossa, e derramou um pouco de água para fluidificar e as crianças viram “a água virar sangue”, e foi colocando respectivamente nas outras: uma rã de plástico, gafanhotos, moscas, animais doentes tudo de plástico, encontrado em lojas de R$ 1,99. Improvisou os piolhos usando umas formigas de plástico – cortou com tesoura até ficar na forma de um piolho. Para simbolizar a praga da escuridão ela utilizou uma venda preta feita com papel crepom, para colocar nos olhos de todas as crianças. As feridas foram simbolizadas por cinzas e band-aids. E na última praga, colocamos um enorme papel pardo na parede, onde desenhamos uma porta. Pegamos uns rolinhos de tinta e demos para as crianças pintarem os umbrais com tinta vermelha, que era o sangue do cordeiro.

HERÓIS DA FÉ

Dica de uma Professora da Escola Dominical de crianças de 3 a 5 anos:
Na aula de Davi, fizemos uma capa em TNT. Confeccionamos também um coração em cartolina laminada vermelha escrito dentro o nome de Jesus em dourado, no melhor estilo super-herói! Explicamos que quem tem Jesus no coração, assim como Davi, se torna um verdadeiro herói da fé.

Nessa faixa etária de 3 a 5 anos eles vivem num mundo de heróis e princesas, os brinquedos e desenhos giram sempre em torno disso e é muito legal você mostrar que existiram heróis de verdade, homens e mulheres de fé, e que eles também podem se tornar heróis de Jesus.

A BÍBLIA ESPECIAL

Preparei uma Bíblia com uma caixa de papelão que veio um aparelho telefônico. Encapei com papel camurça preto e dentro coloco a historinha de cada domingo. Antes de contar a história vou abrir a “Bíblia” e tirar de dentro um rolo com a lição. Assim, as crianças irão registrar que estão aprendendo lições de vida retiradas da Bíblia, a Palavra de Deus.

Métodos de ensino na EBD

“A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada.” É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano.”

Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. ‘Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações’ explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%

Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 – Ed. Sinodal.

– Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).

– Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc… – permitir que participem durante a história.

1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).

2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.

– Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).

2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

– Painel (em grupo)

1. Colagem – com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.

2. Colagem de palavras – depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.

– Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê – inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.

– Envolver a comunidade

1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)

2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.

Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.